
Swing: um tema muito em voga nos tempos que correm, mas também ainda um tabu para muita gente. Devem estar a gora a pensar que este é um tema que não deva ser discutido ou comentado devio ás susceptibilidades e á envolvência moral da nossa sociedade. Será de fato uma audácia falar nele, mas é escandaloso ignorá-lo.
O facto é que esta nova moral do amor é uma realidade, quer queiramos quer não. Muito provavelmente tem amigos e conhecidos que fazem parte da comunidade swinger e simplesmente não sabe. Pois desta comunidade fazem parte quadros das empresas, advogados, desportistas, pessoas de cargos publicos, musicos, actores, e até a professora do seu filho." Não é certamente uma sociedade às avessas, onde os valores sociais se extinguem, eles existem, só que colmatados e equilibrados por outros valores de ordem sexual e uma diferente moral.Se este estilo de vida, como é afirmado, propicia aos seus praticantes um intensificar da união, o enriquecimento das suas vidas e uma maior felicidade, então será algo a que devemos olhar mais atentamente. Se esta é uma solução para combater o casamento que institucionaliza a ideologia burguesa de segurança nulificadora da vida emocional das pessoas e torna a vivência uma mesmice, então, esta é uma solução digna da nossa reflexão Mesmo que cheguemos à conclusão que para nós não serve. Pois se pecado existe... é o pecado da ignorância." *O Swing nos tempos modernos iniciou-se durante a segunda guerra mundial entre os pilotos dos Estados Unidos. Durante os anos 60 chamava-se “wife-swapping”, e era controlado sobretudo pelo homem que escolhia “trocar de esposa com outro homem”. Nos nossos dias a escolha de parceiro(s) é feita de uma forma activa por ambos os elementos do casal. Mas fará bem a todos os casais? Claro que não! A uns será o melhor que lhes poderá acontecer, a outros será o fim do relacionamento. O swing pode ser uma forma de reintroduzir alguma excitação numa relação que se tornou morna.Noutros casais, a prática do swing pode ser introduzida logo desde o início da relação, como opção de vida do casal, por exemplo, pelo gosto de variar de parceiros no contexto, apesar do compromisso afetivo para com o parceiro.Pergunto agora se amor e sexo são sinónimos? Deverão andar sempre juntos? Pelo menos é o que pensa a nossa sociedade. E tu o que achas? Achas possivel que apesar de se ter uma relação estável, com amor, pode haver desejo sexual por outra pessoa? Demasiado banal? Ou impossível isso acontecer?Sabemos que vivemos numa sociedade monogâmica, mas será o swinger considerado uma poligamia? Ou apenas uma forma acelerante da relação?No contexto swinger,aquilo que, feito às escondidas do parceiro poderia ser visto como traição, passa a ser não só permitido como incentivado e acordado entre ambos.O tradicional conceito de infidelidade prende-se com a quebra de confiança no parceiro. Na verdade, no caso do swing essa confiança não é quebrada porque há um consentimento mútuo para o envolvimento sexual com outras pessoas, dentro de regras que são estabelecidas pelo casal.Ou será o swing apenas uma forma encoberta de se poder fazer o que se pretende ao nível da intimidade sem termos o problema das obrigações e satisfações ao nosso parceiro?Quando se troca de casal, a pessoa sente-se desejada por outro que não o seu parceiro. Isso aumenta a auto-estima e a excitação.Mas ver o parceiro com outro não será perigoso? Não pense que o swing é o salvador da relação, pois se a mesma já estiver fragilizada, não será a prática de swing que irá salvar a relação, podendo até mesmo leva-la á ruptura.A tendência é para que estes comportamentos sejam cada vez mais banalizados.A sociedade aprendeu a aceitar os homossexuais e os bissexuais e cada vez mais se questiona a ideia de "casal tradicional". Quem sabe se no futuro o swinger se tornará a norma social?"Não existe uma felicidade certa, a não ser aquela que construímos para nós à custa do nosso corpo e mente e da nossa moral. A haver uma felicidade errada, seria aquela que é construída à custa da infelicidade dos outros (coisa não tão rara quanto isso). Como tal, quando eu falo em prazer refiro-me não só aos sentidos mas também aos sentimentos. Ao prazer que se tem em trabalhar em favor da sociedade, ao prazer de agradar, ao prazer em ver os filhos crescer saudáveis, a esses e a todos os pequenos prazeres." ** excertos retirados do livro "Swing"Extraído de: http://www.dragteam.info/forum/elas-eles/25869-swing-monogamia-poligamia-ou-banalizacao.html
O facto é que esta nova moral do amor é uma realidade, quer queiramos quer não. Muito provavelmente tem amigos e conhecidos que fazem parte da comunidade swinger e simplesmente não sabe. Pois desta comunidade fazem parte quadros das empresas, advogados, desportistas, pessoas de cargos publicos, musicos, actores, e até a professora do seu filho." Não é certamente uma sociedade às avessas, onde os valores sociais se extinguem, eles existem, só que colmatados e equilibrados por outros valores de ordem sexual e uma diferente moral.Se este estilo de vida, como é afirmado, propicia aos seus praticantes um intensificar da união, o enriquecimento das suas vidas e uma maior felicidade, então será algo a que devemos olhar mais atentamente. Se esta é uma solução para combater o casamento que institucionaliza a ideologia burguesa de segurança nulificadora da vida emocional das pessoas e torna a vivência uma mesmice, então, esta é uma solução digna da nossa reflexão Mesmo que cheguemos à conclusão que para nós não serve. Pois se pecado existe... é o pecado da ignorância." *O Swing nos tempos modernos iniciou-se durante a segunda guerra mundial entre os pilotos dos Estados Unidos. Durante os anos 60 chamava-se “wife-swapping”, e era controlado sobretudo pelo homem que escolhia “trocar de esposa com outro homem”. Nos nossos dias a escolha de parceiro(s) é feita de uma forma activa por ambos os elementos do casal. Mas fará bem a todos os casais? Claro que não! A uns será o melhor que lhes poderá acontecer, a outros será o fim do relacionamento. O swing pode ser uma forma de reintroduzir alguma excitação numa relação que se tornou morna.Noutros casais, a prática do swing pode ser introduzida logo desde o início da relação, como opção de vida do casal, por exemplo, pelo gosto de variar de parceiros no contexto, apesar do compromisso afetivo para com o parceiro.Pergunto agora se amor e sexo são sinónimos? Deverão andar sempre juntos? Pelo menos é o que pensa a nossa sociedade. E tu o que achas? Achas possivel que apesar de se ter uma relação estável, com amor, pode haver desejo sexual por outra pessoa? Demasiado banal? Ou impossível isso acontecer?Sabemos que vivemos numa sociedade monogâmica, mas será o swinger considerado uma poligamia? Ou apenas uma forma acelerante da relação?No contexto swinger,aquilo que, feito às escondidas do parceiro poderia ser visto como traição, passa a ser não só permitido como incentivado e acordado entre ambos.O tradicional conceito de infidelidade prende-se com a quebra de confiança no parceiro. Na verdade, no caso do swing essa confiança não é quebrada porque há um consentimento mútuo para o envolvimento sexual com outras pessoas, dentro de regras que são estabelecidas pelo casal.Ou será o swing apenas uma forma encoberta de se poder fazer o que se pretende ao nível da intimidade sem termos o problema das obrigações e satisfações ao nosso parceiro?Quando se troca de casal, a pessoa sente-se desejada por outro que não o seu parceiro. Isso aumenta a auto-estima e a excitação.Mas ver o parceiro com outro não será perigoso? Não pense que o swing é o salvador da relação, pois se a mesma já estiver fragilizada, não será a prática de swing que irá salvar a relação, podendo até mesmo leva-la á ruptura.A tendência é para que estes comportamentos sejam cada vez mais banalizados.A sociedade aprendeu a aceitar os homossexuais e os bissexuais e cada vez mais se questiona a ideia de "casal tradicional". Quem sabe se no futuro o swinger se tornará a norma social?"Não existe uma felicidade certa, a não ser aquela que construímos para nós à custa do nosso corpo e mente e da nossa moral. A haver uma felicidade errada, seria aquela que é construída à custa da infelicidade dos outros (coisa não tão rara quanto isso). Como tal, quando eu falo em prazer refiro-me não só aos sentidos mas também aos sentimentos. Ao prazer que se tem em trabalhar em favor da sociedade, ao prazer de agradar, ao prazer em ver os filhos crescer saudáveis, a esses e a todos os pequenos prazeres." ** excertos retirados do livro "Swing"Extraído de: http://www.dragteam.info/forum/elas-eles/25869-swing-monogamia-poligamia-ou-banalizacao.html

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