segunda-feira, 12 de abril de 2010

Swing: Monogamia, Poligamia ou Banalização?


Swing: um tema muito em voga nos tempos que correm, mas também ainda um tabu para muita gente. Devem estar a gora a pensar que este é um tema que não deva ser discutido ou comentado devio ás susceptibilidades e á envolvência moral da nossa sociedade. Será de fato uma audácia falar nele, mas é escandaloso ignorá-lo.
O facto é que esta nova moral do amor é uma realidade, quer queiramos quer não. Muito provavelmente tem amigos e conhecidos que fazem parte da comunidade swinger e simplesmente não sabe. Pois desta comunidade fazem parte quadros das empresas, advogados, desportistas, pessoas de cargos publicos, musicos, actores, e até a professora do seu filho." Não é certamente uma sociedade às avessas, onde os valores sociais se extinguem, eles existem, só que colmatados e equilibrados por outros valores de ordem sexual e uma diferente moral.Se este estilo de vida, como é afirmado, propicia aos seus praticantes um intensificar da união, o enriquecimento das suas vidas e uma maior felicidade, então será algo a que devemos olhar mais atentamente. Se esta é uma solução para combater o casamento que institucionaliza a ideologia burguesa de segurança nulificadora da vida emocional das pessoas e torna a vivência uma mesmice, então, esta é uma solução digna da nossa reflexão Mesmo que cheguemos à conclusão que para nós não serve. Pois se pecado existe... é o pecado da ignorância." *O Swing nos tempos modernos iniciou-se durante a segunda guerra mundial entre os pilotos dos Estados Unidos. Durante os anos 60 chamava-se “wife-swapping”, e era controlado sobretudo pelo homem que escolhia “trocar de esposa com outro homem”. Nos nossos dias a escolha de parceiro(s) é feita de uma forma activa por ambos os elementos do casal. Mas fará bem a todos os casais? Claro que não! A uns será o melhor que lhes poderá acontecer, a outros será o fim do relacionamento. O swing pode ser uma forma de reintroduzir alguma excitação numa relação que se tornou morna.Noutros casais, a prática do swing pode ser introduzida logo desde o início da relação, como opção de vida do casal, por exemplo, pelo gosto de variar de parceiros no contexto, apesar do compromisso afetivo para com o parceiro.Pergunto agora se amor e sexo são sinónimos? Deverão andar sempre juntos? Pelo menos é o que pensa a nossa sociedade. E tu o que achas? Achas possivel que apesar de se ter uma relação estável, com amor, pode haver desejo sexual por outra pessoa? Demasiado banal? Ou impossível isso acontecer?Sabemos que vivemos numa sociedade monogâmica, mas será o swinger considerado uma poligamia? Ou apenas uma forma acelerante da relação?No contexto swinger,aquilo que, feito às escondidas do parceiro poderia ser visto como traição, passa a ser não só permitido como incentivado e acordado entre ambos.O tradicional conceito de infidelidade prende-se com a quebra de confiança no parceiro. Na verdade, no caso do swing essa confiança não é quebrada porque há um consentimento mútuo para o envolvimento sexual com outras pessoas, dentro de regras que são estabelecidas pelo casal.Ou será o swing apenas uma forma encoberta de se poder fazer o que se pretende ao nível da intimidade sem termos o problema das obrigações e satisfações ao nosso parceiro?Quando se troca de casal, a pessoa sente-se desejada por outro que não o seu parceiro. Isso aumenta a auto-estima e a excitação.Mas ver o parceiro com outro não será perigoso? Não pense que o swing é o salvador da relação, pois se a mesma já estiver fragilizada, não será a prática de swing que irá salvar a relação, podendo até mesmo leva-la á ruptura.A tendência é para que estes comportamentos sejam cada vez mais banalizados.A sociedade aprendeu a aceitar os homossexuais e os bissexuais e cada vez mais se questiona a ideia de "casal tradicional". Quem sabe se no futuro o swinger se tornará a norma social?"Não existe uma felicidade certa, a não ser aquela que construímos para nós à custa do nosso corpo e mente e da nossa moral. A haver uma felicidade errada, seria aquela que é construída à custa da infelicidade dos outros (coisa não tão rara quanto isso). Como tal, quando eu falo em prazer refiro-me não só aos sentidos mas também aos sentimentos. Ao prazer que se tem em trabalhar em favor da sociedade, ao prazer de agradar, ao prazer em ver os filhos crescer saudáveis, a esses e a todos os pequenos prazeres." ** excertos retirados do livro "Swing"Extraído de: http://www.dragteam.info/forum/elas-eles/25869-swing-monogamia-poligamia-ou-banalizacao.html

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Como nos encontrar na net?

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Diferença entre Swinger X liberais

Muitas pessoas que pertencem ao mundo liberal têm se baseado na definição americana, de que swing e liberal são a mesma coisa. Não posso concordar com isso.
Ser liberal engloba um leque grande demais de comportamentos para se dizer que é a tudo a mesma coisa. Ser um casal liberal pode ir de exibicionismo e voyeurismo até ménage ou mesmo liberar o parceiro para sexo com outras pessoas. Existem várias pessoas no mundo liberal que não têm parceiros fixos, ou seja, solteiros para ménage e até mesmo garotas que gostam de outras garotas.
A maioria das casas do Brasil se dizem casas de swing e, no fundo, elas são casas liberais, pois em todos os dias entram pessoas desacompanhadas. Não dá para fazer swing com solteiros ou com pessoas descomprometidas. Swing é troca de parceiros, minha mulher pela sua mulher e meu homem pelo seu homem. Balada liberal é uma coisa, Casa de Swing é outra, os públicos são diferentes, pelo menos aqui em Sampa, onde muitos casais fazem questão de estar entre casais reais.
Casais e solteiros que desejam apenas ménage, bi-feminino, exibicionismo, sexo no mesmo ambiente, voyeurismo, etc., e não fazem troca ou mesmo não têm parceiros fixos pra trocar, não podem se dizer swingers. Estas pessoas são liberais. Elas podem e devem freqüentar ou meio swing, afinal, dentro do swing existem vários casais que curtem outras fantasias que não somente o swing. Essas pessoas são bem vindas, sim. Mas não dá para dizer que são swingers.
Parece preconceituoso dizer isso, mas é inclusive para o bem de alguns casais reais liberais, afinal eles têm o mesmo direito de estarem em uma festa swing, sem que sejam cobrados o tempo todo. Você pode achar que a Sol é meio xiita, mas Sol & Cacá freqüentam os dois tipos de casas sem nenhum problema, já escrevi na postagem “Swing, Liberal ou as duas coisas“.
Esse texto é apenas para deixar claro o seguinte:
Swing é troca de parceiros, e para que isso aconteça é necessário que sejam casais com parceiros fixos, que haja cumplicidade de ambos casais, senão perde-se o sentido do swing. Pois ser swing não é só ter vontade de fazer sexo com outra pessoa, é, sim, também gostar de ver o parceiro ter prazer com outra pessoa. Sem essa filosofia, é melhor partir para o ménage ou sexo grupal.
Ser Liberal pode ser solteiro ou casal, tanto faz. Muitos casais liberais apenas freqüentam as casas porque curtem o ambiente e fizeram amizades, muitos desses não querem absolutamente nada, apenas gostam do ambiente e se divertem com tudo. Outros vão atrás de uma aventura que podem ser pessoas sozinhas, casal real, casal arranjado, se exibir ou voyeurismo.
O que não podemos dizer é que ménage e solteiros são swing, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Vejo muitos textos e anúncios do tipo:
“ Sou solteiro(a) desejo entrar no mundo swing” ou “ Tenho várias experiências no swing, sou solteiro(a)…” ou ” Solteiros no swing”.
Todos são muito bem vindos, o importante é não tentar mudar o significado das palavras e respeitar os desejos e as fantasias de cada um.
Essa é minha humilde opinião.
Beijocas

Sol

Fonte: Conversa com a Sol

sábado, 17 de outubro de 2009

Sejam bem-vindos ao nosso blog.


Oi.
Somos o casallet_pabahia.
Já tivemos outros apelidos como: casalluets e casaljl_pa.
Já estamos nesse meio liberal há cerca de 7 anos.
Tudo começou no ano de 2002 quando conheci minha parceira.
Mas garanto que era a peça que me faltava. Fomos nos conhecendo cada vez mais e fui descobrindo que gostávamos das mesmas coisas e na hora da transa parecia que iriamos esplodir de tanto tesão.
Fui percebendo que nós dois gostávamos de sexo muito sacana,muita putaria, muita zuada, loucuras e mais loucuras.Daí surgiu a idéia de tentar conversar sobre nossas fantasias.Por incrível que pareça suas fantasias se casavam harmoniosamente com as minhas. Quais eram?inicialmente ficávamos só no desejo,imaginando transando com outro homem ou outra mulher,fazendo um menage a trois.Era uma loucura de desejos e satisfação.Escolhíamos algum personagem real para podermos fantasiar:um vizinho,um amigo,uma amiga ,alguém que a gente sentisse tesão.Interessante foi descobrir que desejávamos outras pessoas,mesmo que em pensamentos, mas só ficava naquilo mesmo,pois batia o ciúme quando a coisa se aproximava do real.Foi aí que descobrimos que a gente precisa conversar sobre isso. Precisávamos saber até onde nos amávamos.Era momento de colocar as coisas em seus devidos lugares.
Esse é um dos momentos mais difícieis para um casal iniciante: encarar a verdade de frente, reconhecer as fraquezas, ter humildade, ser compreensivo com o outro e respeitar o desejo e as fantasias do outro. Reconhecer que o ciúme existe, negá-lo seria infidelidade e hipocrisia, amadurecer juntos, esvaziar-se um ao outro,exercitar a confiança, saber diferenciar amor de desejo e o mais importante de tudo isso: encarar o fato que há dois caminhos:desistir e viver só nas fantasias, coisa que acho difícil, pois um dos dois vai ficar frustado, ou entrar de cara e como diz o ditado: "relaxe e goze".
Já tínhamos conversado bastante sobre isso e só faltava encontrar alguém de confiança que a gente pudesse realizar nossas fantasias.Daí começamos a pesquisar na net, sites de casais, saites de relacionamentos, e fiquei surpreso com o número gigante de pessoas com os mesmos interesses da gente.Mas toda surpresa reserva quase sempre decepções: encontramos muita gente malandra,casais disfarçados, homem se passando por mulher, homem se achando, achando que isso é apenas um oba-oba.
Encontramos casais legais,mas muitas vezes distantes.resolvemos criar perfil em quase todos eles.cada dia que se passava mais ficávamos ardendo em chamas.
Mas a primeira vez não foi com ninguém da net, e sim um vizinho amigo nosso.Morávamos de aluguel e passávamos um ano oudois anis num lugar e logo saíamos.
Esse vizinho era uma rapaz de 18 anos,muito respeitador, até demais ,dava até raiva. Fizemos um churrasco em casa, eu,minha esposa e amigas (mas nenhuma delas ainda sabiam de nossa vida) e o vizinho só ficava de olho, lá fora , na espreita,mesmo assim eu vi que ele não parava de olhar pra ela, pra ser sincero, não parava de olhar pra sua bunda.Isso me excitou aí pensei :é agora.
As horas se passaram e todas as amigas já tinham ido,só restaram nós dois .Já estávamos pra lá de bagdá.Íamosdormir,mas aquilo não me saia da cabeça.falei pra ela que ele passou a tarde e a noite toda só de olho nela, ela também havia percebido e me disse que tinha se insinuado um pouco.Poxa,aí ficamos loucos de desejo.Combinamos então que eu iria lá fora de casa e tomaria umas doses com o vizinho.Jogar conversa fora,quem sabe eu descobriria se ele toparia essa loucura.